sábado, 28 de novembro de 2015

Protecionismo Nacional

Protecionismo Nacional(nao estou falando apenas de dinheiro)
National Protectionism(I am not just talking about money)
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A midia que faz a cultura do medo eh necessaria para manter o demonio estrangeiro fora. Jah pensou como entupiria de gente de outros paises aqui se soh falassemos bem da naçao?
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The media that makes the fear culture is necessary to keep the foreign demon out. Have you ever thought about how this place would clog with people from other countries if we only talked good things about the nation?
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Acho que seria dificil manter todos longe de outra forma.
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I think that it would be hard to keep everybody away another way.
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O beneficio de nao ter mais estrangeiros por perto se resume a ainda podermos constituir as nossas familias, jah que temos espaço que nos ajuda a ter menos preocupaçoes com os filhos. As escolas podem nao ser as melhores do mundo mas com a invençao dos protocolos de comunicaçao entre computadores ficou um pouco mais facil adquirir qualquer conhecimento que alguem resolveu tornar disponivel.
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The benefit of not having more foreigners around is summarized into families still being able to be formed by ourselves, once we have the space that helps us get less concerns with the children. The schools may not be the best on the world but with the invention of communication protocols between computers it has become a little easier to acquire any knowledge that someone has decided to make available.
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A desvantagem pode ser resumida na falta de investimento de dinheiro. Esse nao eh um grande problema jah que temos muitos avanços na industria alimenticia. Nao se faz uma naçao apenas com comida mas esse eh um ponto crucial. A segunda coisa mais importante seria moradia e entao o conhecimento adquirido atraves de computadores.
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The disadvantage may be summarized into the lack of money investment. This is not a great problem since we have a lot of advances in the food industry. A nation is not made only with food but that is a crucial point. The second most important thing would be housing then the knowledge acquired through computers.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Indo

Vou
Vai
Voce
Ou
Nao

 Indo II(adicionado em 25/11, tambem III, IV e V)
Um artista narrativo narra. Ele vai ateh onde pode.
A arte eh necessaria. Ela nos faz pensar.
O pensamento forma uma linha. Essa segue adiante.
O corpo eh parecido. Precisamos de um balanço.
Com ele podemos viver. E nunca se perder.

 Indo III
Uma narrativa vem de uma narraçao.
Um artista faz a sua arte.
Sem perder o seu caminho, narremos e artistemos.
Artistar, que belo verbo, inexistente.
Entao logo o esquecemos.

 Indo IV
Artistas farao a sua arte.
Sem a arte, nada serao.
Podendo entao manterem-se nas artes.
E indo ateh o teto delas.
No minimo algo que pode surpreender.

 Indo V
Narrar pode ser uma arte.
Mas acho mais facil narrar do que embelezar.
O embelezamento precisa ateh de pequenas mentiras.
Ou entao nada vamos ganhar.
E aih vai aquele que quer viver... 

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Subspacianismo(Desnecessario mas Interessante para Programadores ou Iniciantes em Programaçao de Computadores)

Codigo-fonte para responder cinco perguntas que podem sempre aparecer na mente de qualquer ser vivo com consciencia e que pode falar sua lingua nativa, ao menos. A do Brasil eh conhecida como Portugues Brasileiro no resto do mundo. Eu gosto de sempre usar o ingles, jah que o portugues eh um pouco mais facil por tudo o que vi na escola, conhecimento este que nao precisou ficar ligado a nenhum professor(a).

Aqui inicia o codigo para o arquivo .c. Pode chama-lo de respostaacincoquestoes.c

/* COMENTARIO IMPORTANTE: DELETAR TODOS OS COMENTARIOS QUE ESTAO */
/* EM PORTUGUES ANTES DE RODAR O PROGRAMA, TAMBEM TIRAR TODAS AS PALAVRAS EM PORTUGUES */
/* PODE SEGUIR EXATAMENTE O EXEMPLO SE GOSTAR DELE */
/* PODE ESCOLHER O SEU APELIDO */
/* PODE ESCOLHER A SUA DOENÇA DOS NEURONIOS E TAMBEM A DO CORPO */

/* Name: primeiro nome e segundo nome mais seguro(insira apelido)(insira email) */
/* Copyright: insira nome da empresa(pode ser falsa)(ex: Boiolinhas Inc.) */
/* Date: (ex: 01/25/15) */
/* Version: (ex: 0001) */
/* Program: (ex: printf test) */

/* library declaration */

#include <stdio.h>

/* delcaration of the main part of the program */

  int main()

/* opening for the main part of the program code */

     {

/* declaration of a character-type variable */

     char stop;

/* using the printf command */

       //o apelido pode ser um login que voce usa para qualquer servidor, pode ser de jogo.
       //se o seu apelido nao for bem conhecido, como o meu, AnImoL, talvez seja perigoso
       //falar o apelido em publico pode deixar outra pessoa com inveja, mesmo que o apelido
       //nao seja o dela, ela pode achar que o apelido pertence a outra pessoa
       //mas eh soh o seu apelido, nao tem perigo colocar aih
       //se voce quiser criar um novo tambem eh possivel
       //mas tem que ser uma unica palavra
       //vou dar um exemplo: Senhojonzon, outro exemplo: jojojojojon
       //primeira pergunta respondida, a pergunta eh "quem eh voce?" em ingles
       printf("I am Mr. /* insira apelido */ the only true one and no one can impersonate me.\n");
       //segunda pergunta respondida, ela eh "o que voce faz?" em ingles
       printf(" /* exemplo: I program for the government. */ \n");
       //terceira pergunta respondida, ela eh "o que voce quer fazer na vida?" em ingles
       printf(" /* ex: I want to play the flute. */ \n");
       //quarta pergunta respondida, ela eh "qual eh a sua doença dos neuronios?" em ingles
       printf(" /* ex: Tobacco gets me psychotic(faster thoughts). */ \n");
       //quinta pergunta respondida, ela eh "qual eh a sua doença do corpo?" em ingles
       //Essa linha deve possuir exatamente "(that's right)(allright)", logo apos a doença do corpo explicitada
       //O exemplo diz que o calor atrapalha muito o corpo. Recomendo mudar pra outra coisa. Mas pode funcionar assim mesmo.
       printf(" /* ex: The heat or something(that's right)(allright). */ \n");

/* asking for the system to require a character input */

     stop=getchar();

/* just making sure that the system is going to make the requirement */

     stop=getchar();

/* closing the main part of the program code */

     }

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Origens da Religiao Subspaciana

"-----
Religiao Subspaceriana
De acordo com essa religiao, todo osso e pele eh sagrado.
O cabelo nao deve secar, nem quebrar, ao menos na cabeça.
A matematica eh a segunda melhor materia escolar.
A primeira eh o portugues.
E
"oi, tudo legal? entao tchau"

Uma
calculadora pode fazer qualquer calculo, mas nao pode pensar em cores,
ao menos que seja em azul, de acordo com a necessidade. As palavras sao
ditas por humanos. E os mamiferos sao quase tao sagrados quanto humanos.
Os artropodos sao robos.

Origens da religiao subspaceriana
A primeira influencia foi catolica.
No meio tivemos varios evangelicos tentando nos matar e confundir.
Depois alguns integrantes do time mais forte da existencia nos ajudaram, mas nao eram os verdadeiros.
Entao os verdadeiros apareceram e se aliaram a nos. Porem a alianca nao foi permanente.
E entao, tivemos os subspacerianos.
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Se
perguntarem, podemos estar sendo apenas cristaos(porque no nosso entendimento, um cristao eh apenas alguem que reconhece que uma pessoa viveu aqui neste planeta com o nome de chessuis ou algo do tipo), dependendo de onde
estivermos. Aprender o pai-nosso e a ave-maria ajuda bastante.
Calculadoras fazem os calculos, memorias ficam gravadas em pedaços de computador que guardam informaçao.
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Relogios
de agua sao os melhores. Porem, nao tendo agua, podemos ter reloginhos
de areia, que cai bem devagar da parte de cima para a de baixo.
00000001(binario) = 1(decimal)
00000010 = 2
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00000001 + 00000010 = 00000011
00000011 + 00000001 = 00000100
00000100 + 00000001 = 00000101
00000101 + 00000001 = 00000110
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00000110(6) + 00000001 = 00000111 (7)
00000111 + 00000001 = 00001000 (8)
00001000 + 00000001 = 00001001 (9)
00001001 + 00000001 = 00001010 (10)
(21) -> (1) 00000001 + 00010100 (20) = 00010101 (21)
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(100) -> (1) 00000001 + 01000000 (64) + 00100000 (32) + (3) 00000011
= (96) 01100000 + (4) 00000100 = 01100100 (100)
(128)(decimal) = 10000000(binary)
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(10) -> 00000001 + (9) 00001001 = 00001010 (10)(decimal)
C(carbon)(12)(chemistry)
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O(oxygen)(8)(chemistry)
O + O = (16)(chemistry)
H(hydrogen)(1)(chemistry)
(geometry)(angle)(104)(degrees)
(my glasses degree is lower than (3))(no matter what)
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Silicio
Silicio de massa atomica catorze...
Com oxigenio de massa atomica oito...
Dois atomos de oxigenio juntos... Formando uma molecula...
Um atomo de silicio tentando se juntar ao oxigenio...
Forma quartzo. Requerendo muita pressao.

Cristais sao muito rapidos.
Sem calor ficam devagar.
Terra fica devagar com carbono.
Silicio pensa bem azul.
E entao passamos para outras cores depois.
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As cores azul e vermelha(longe)
Azul fica bem devagar.
Amarelo fica um pouco mais rapido...
Vermelho eh muito rapido.
Verde eh legal.
E laranja uma misturinha.

Prefiro rum. Vem da cana.
A cana fermenta.
Faz bebida.
Depois destila.
E fica limpinha.
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Portugues sem confusao
Portugues sem confusao nao consegue.
Porque ele possui varias piadas internas.
Eles ficam comendo pao.
E pra nao engordar eh soh beber agua antes de comer.
Tambem um pouquinho de agua depois."

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Viagem a Pedro II

Sei lah rolava de conhecer um mundo novo.

Tipo quando conheci a area dos nativos daqui.
Eles soh saem mortos.
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Fomos num carro.
Dirigi pa carai.
Meu quarto tinha ar condicionado.
Lah tinha banheira de hidromassagem.

Lah li muito o Do Espirito das Leis de Montesquieu.
Clima gelado = Pensamento bom.

Peguei dengue. Quase morri.
Ouvi um chamado antes de dormir.
Seria um sono como todos os outros. Mas talvez eterno.

O cara mexeu no chuveiro e tomou choque.
Acho que ele nao se importava tanto em morrer.
Mas um choque de chuveiro nao eh nada.

A agua cheia de mosquito.
Tudo zoado.

Parecia que era todo dia domingo.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Viagem a Itajai

Conheci uma menina muito legal na rede mundial de computadores.
Era uma foto da estrada.
Algo bom foi dito da foto.
Eu falei que queria participar de alguma forma.
A menina me curtiu.

Trocamos elogios. Ela no blog dela. Eu no meu.
Seu nome era Tayane.
Ela ficou com ciumes da Mi.
Nao queria que eu corresse em parques com outras garotas.
Nada iria acontecer e mesmo assim parecia que ir ateh lah seria divertido.

O Jim estava passando uns dias no meu apartamento.
Grande garoto. Depois soube que jogou um jogo de computador online pela primeira vez aqui.
Subspace / Continuum. O melhor jogo da minha vida.
Ele foi a unica pessoa que me avisou sobre a possibilidade da Tay ser feia.
Sabia que era possivel, mas valia a pena e acabei por encontrar uma bela moça.

Queria viajar sozinho.
Tinhamos dinheiro. A pensao do papai era gigantesca.
Compramos roupas.
Peguei o onibus.
O cara ao lado era do Rio.

Falou sobre todas as competiçoes esportivas que aconteciam.
Nao se arrependia de nada.
Uma menina do banco ao lado falou algo quando entendia do assunto que falavamos.
Ela mostrou fotos com o cabelo loiro. Muito bonita.
Quando o onibus passava perto de Itajai pedi para tirar uma foto com ela. Entao tiramos.

Chegava em um ponto na estrada proximo a cidade.
O motorista nao passaria por dentro.
Desci e corri em direçao a uma luz.
Tropecei. Achei que era o meu fim.
Felizmente era apenas uma barreira de concreto no meio da pista, de apenas cinquenta centimetros de altura.

Encontrei um orelhao.
Liguei pra Tay.
Ela gostou muito de tudo o que eu falava.
Mandou o irmao junto com o Surf.
Eles me levaram ateh a casa.

Ela deitou no sofa da sala. E eu me sentei no outro que ficava na frente.
Seus olhos eram tao bonitos e coloridos.
Dei a minha formula de emagrecer, beber agua, principalmente antes de comer.
Disse que queria beija-la.
A menina me mandou procurar o hotel.

Falei que iria procurar o hotel aonde havia reservado uma vaga.
Comecei a andar. Ancora Dourada.
Encontrei. O funcionario resolveu que nao me deixaria entrar.
Fui ateh um mapa na rua. Taxis estavam proximos, com motoristas dormindo dentro.
Bati em uma janela. O Ademir acordou.

Perguntei sobre o hotel mais barato dali.
Um taxista que nao tentou me enrolar, que raro.
Fiquei no meu quarto. Descobri um banquinho que fazia um otimo som quando batia nele.
Comecei a anotar coisas. Era como descobrir varias teorias da relatividade ao mesmo tempo.
Tentei limpar o meu tenis na pia. Andar no escuro no meio da lama pode sujar muito.

No dia seguinte fui jogar Counter-Strike 1.6 em uma loja.
Usei o apelido de ".", me falaram que jah usavam entao coloquei "a".
Havia uma competiçao na Adrenaline.
A Tay usava o apelido de Fada Verde, ou azul...
Falamos sobre como os garis precisavam de lixo na rua, no caso bitucas de cigarro, para que possuissem emprego. Tambem sobre que eramos o que comiamos. Um garoto que parecia viver em seu quarto sem ver o sol por varios meses apareceu. Aparentava possuir uma inteligencia acima de todas as outras, sem exceçao.

Ela me levou ateh a praia uma noite. Com outras pessoas.
O mar estava muito bonito. Nunca vou esquecer daquela brisa noturna.
A minha pele perdia calor mas eu nao me incomodava.
Pelo contrario, o frio era como um calmante para todo o meu corpo ao mesmo tempo.
A amiga dela sentia uma fisgada na perna quando ia chover. Achei estranho.

Conheci uma otima banda de musica que ensaiava.
Um parente da amiga dela tambem era um otimo musico.
Outro jovem amigo, Baco, parecia muito legal e gostaria de ser como ele.
Logo comecei a perceber as palavras, a coragem que ele possuia.
Recebi um belo elogio dele. Eu parecia muito esperto.

A amiga dela acelerou muito o carro em um momento.
Poderiamos ter morrido.
Falei alguma besteira como "Se a gente bater eu te mato".
Nos beijamos na praia um dia a noite.
Foi bem legal.

Comi uns paes de queijo.
O funcionario nao tinha troco e resolveu me dar credito na loja.
Eu falei que nao precisava e que a divida nao importava. Ele insistiu.
Aceitei o credito, mesmo sem informar que jah estava indo embora da cidade.
O grande Ademir foi chamado.

Bom taxista, apertou a minha mao e me desejou felicidades.
Fui ateh o terminal de onibus.
Do meu lado um aluno de Educaçao Fisica.
Gostei muito do modo como ele falava mas achei que eram palavras vazias, mesmo que ele usasse tanta vontade de parecer inteligente.
Ele resolveu dormir no chao do onibus como nao havia espaço aonde sentavamos.
Observei a atitude, surpreso, e com a certeza de que gostaria de fazer algo tao corajoso mas sem precisar correr um risco estupido como morrer em um acidente de transito.

Cheguei em Brasilia e logo fui revelar a bela foto da barata gigante que estava no meu armario do hotel.
Chamei a Tay de gorda na internet e ela falou "Voce morreu pra mim".
Nao daria certo. Uma relaçao precisa de tolerancia de ambas as partes.
O bom humor ajuda muito.

INTERESSANTE

Keep a muscle contracted to save something into memory.
For example, a finger.
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Manter um musculo contraido para armazenar algo na memoria.
Por exemplo, um dedo.

domingo, 1 de novembro de 2015

Passado

Na construçao da igreja batista em Brasilinha aonde coloquei o meu unico tijolo em uma parede de alguma construçao encontrei varios norte-americanos que viviam logicamente no sul dos Estados Unidos.

Fui convidado pela minha namorada no momento que se chamava Renata. Gostei muito do convite e me senti muito honrado tambem. Depois de ser aprovado pela tia cabeleireira dela marcamos de nos encontrar no endereço dela no Plano Piloto. De lah fomos de onibus ateh a construçao.

De todas as figuras que me marcaram a mais divertida foi a do o Lamar. Combatente na Europa durante a luta dos aliados contra as forças da Alemanha nazista, ele trabalhava em telecomunicaçoes. Tambem era deacon da igreja.

Nao lembro se fiz uma piada com ele primeiro, mas vou logo dizer qual foi. Quando perguntei sobre a veracidade da viagem do homem a lua ele me respondeu sobre o tempo que demorava para uma mensagem chegar da lua ateh a Terra. Respondi que aquilo poderia ser falsificado e logo ele mudou de assunto. Eu nao duvido dessas viagens. Apenas estava conversando.
Quando ele falou de Neil Armstrong, astronauta, falei do cantor. A face dele e as palavras "He's black" foram de um valor humoristico altissimo.
Entao a piada seguinte foi dele falando que os soldados na Europa eram muitos deles mais jovens do que eu naquele momento e que morreriam pelo seu pais. Eu respondi que na idade deles tambem morreria, com um tom jocoso o suficiente para perceberem que esse sacrificio soh poderia ser cometido por alguem que nao julgava a propria vida importante o suficiente para superar uma arma de fogo em um campo de batalha aonde o unico objetivo eh o de matar outros seres humanos.
Tiramos uma bela foto juntos e deixamos claro que eu nao havia dado a ele o ombro gelado. Um termo ateh entao desconhecido por mim.

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O pastor Mike foi o que mais conversou comigo sobre como sentavamos numa cadeira nao pelo conhecimento que possuiamos de fisica de que ela aguentaria o nosso peso, mas porque sabiamos que ia dar certo.

Uma menina que era enfermeira recebeu um presente meu, algumas moedas brasileiras, e conversamos um pouco. Antes dela se aproximar eu dei umas moedas para um garoto brasileiro bem pequeno e disse que ele poderia ficar com a metade se desse a ela aquele dinheiro.

Ela me falou sobre como deviamos abrir os nossos coraçoes e depois que eu perguntei sobre quais eram as chances de um paciente sobreviver depois de entrar no hospital com o coraçao parado ela respondeu que eram zero. Se chamava Wendy.

Um senhor falou comigo como eu o lembrava de um de seus filhos e eu conversei como gostava de jogar o jogo America's Army.

O Lamar falou sobre como eu havia roubado tres pregos que estavam jogados no meio da construçao no meio de tantos outros. Apenas achei engraçado.

Quando um brasileiro me pediu para pegar uma corda para mediçao no galpao fui ateh lah e encontrei um belo fio rosa. Ninguem riu entao tentei fazer outras coisas.

Depois que eu andei muito pela construçao com a minha camisa no rosto recebi um presente de uma das garotas que estavam por lah. Uma mascara para o rosto. Agradeci e depois fui perguntado porque usava aquilo. Respondi que era porque queria proteger os meus pulmoes.

Outra garota me pediu para traduzir algumas palavras de outros brasileiros que estavam em volta da construçao. Um deles estava com um machucado enorme no dedao do peh enquanto trabalhava em uma arquibancada de madeira. Ela perguntou porque ele nao cuidava do dedo e ele respondeu que nao tinha tempo. Logo depois falei que o povo brasileiro era preguiçoso e ela apenas disse que era cultural. Concordei.

No onibus uma professora de ingles do colegio tentou fazer com que me lembrasse dela mas nao deixei.

Quando fomos dormir no primeiro dia eu estava no mesmo quarto de outro brasileiro e pratiquei por dezenas de minutos ininterruptas a minha habilidade de imitar um gato recem-nascido que procurava pela mae. Nada homossexual, apenas queria chamar a atençao do quarto ao lado aonde estava uma grande familia que pareceu aceitar a minha atuaçao como realidade.

Um grande tijolo caiu a dez centimetros do meu peh quando entrei na igreja uma vez. Apenas olhei para cima e abri os meus braços diagonalmente aos ombros com as palmas das maos voltadas para a frente e depois continuamos com os nossos serviços.

Subi uma vez no andar mais alto dos andaimes. Coloquei o meu tijolo lah. Percebia que todos os olhos se voltavam para mim mas nao tinha vergonha de aprender a subir em estruturas tao frageis e perigosas pela primeira vez na vida.

Foi uma otima experiencia e serei eternamente agradecido a Renata que trabalhava como secretaria proximo as casinhas da Globo no Plano Piloto, aonde caminhava todos os dias em suas viagens de ida e volta ao serviço.